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Não há fórmula mágica ou infalível para a vitória eleitoral

Fórmula

Não existe uma forma infalível para a vitória eleitoral. 

Quem afirma isso provavelmente entende muito pouco ou nada de campanhas políticas. 

O necessário a ser feito é criar de uma estratégia que seja adequada às condições de desenvolvimento da campanha, perfil da candidatura, segmentos eleitorais prioritários, propostas e recursos disponíveis, entre outras questões. 

Consiste em tomar decisões práticas que irão aumentar a capacidade de disputa eleitoral, melhorando o desempenho dos 3E (Eficiência, Eficácia, Efetividade) da campanha. 

Portanto, não acredite em uma estratégia pronta, pré-fabricada. Faça sua estratégia. O pior que se pode fazer é prescrever uma estratégia padrão para qualquer campanha, isso é o mesmo que sabotá-la. 

Cada candidatura é única, e por isso precisa de uma estratégia própria e diferente das suas concorrentes. 

O problema da política brasileira é que boa parte das candidaturas tem resistência a se modernizar e acabam por adotar um modelo tradicional e medíocre de fazer campanha, apoiado apenas na experiência de eleições anteriores, naquilo que todo mundo faz.

O problema é que o modelo tradicional serve apenas para uma minoria de candidatos que só obtém vitória porque no seu ambiente não existem concorrentes que adotam métodos modernos de campanha. 

Toda eleição é diferente da outra, isso porque as situações concretas, a conjuntura, muda constantemente e cada vez de maneira mais rápida. Repetir prática do passado, porque deram certo no passado é apostar alto na derrota. 

Uma estratégia competitiva é produzida pela criatividade e pela análise da situação concreta do município naquele momento e não por meio de fórmulas. Por isso não é possível, para um profissional, indicar um único tipo de estratégia.

Sun Tzu, o clássico do pensamento estratégico mundial, já havia percebido que a vitória em uma guerra depende de conhecer a si mesmo, conhecer os adversários e conhecer o terreno no qual a batalha será travada. 

Você, os seus adversários e a realidade na qual ocorre a disputa eleitoral mudam de eleição para eleição, portanto é necessário que a estratégia seja capaz de responder aos desafios da situação concreta e não pode ser apoiada exclusivamente pela experiência do passado. 

Ter experiência é importante, no entanto a experiência serve mais a quem a utiliza como instrumento de criação, e não de reprodução do passado. 

Lembre-se: a maneira mais eficiente de sabotar uma campanha eleitoral é seguir  receitas pré-estabelecidas

Não tenha medo de criar, saia do lugar comum e seja diferente dos seus adversários. 

Se você deseja criar um diagnóstico rápido da sua campanha, clique aqui, e faça gratuitamente como a ferramenta que formulei, aposto que você terá uma experiência prática importante para a elaboração da sua estratégia. 

Pedro Otoni é cientista político, consultor de estratégia eleitoral, autor da Metodologia 3P- Estratégia de Pré-Campanha e sócio da Plataforma Possibilite. 

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